PRA QUE SERVE ESTE TRECO?

Não tenho nem ideia (idÉia pros velhos).
Quem sabe alguém descobre e me fala???

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ROCK AND ROLL

Vorteiii!!!!

Os assuntos do Inter são tratados já há algum tempo em http://interdetodos.blogspot.com.br.

Esperava apenas alguma coisa relevante, fora do complexo Beira-Rio, para escrever aqui. E essa coisa aconteceu na segunda-feira, quando fomos, a Patrícia e eu ver a Tenente Dan no Jekyll. Tenente Dan, se tem alguém que ainda não sabe, é a banda do Dyego.

Chegamos lá (fomos os primeiros) e ficamos a assisitir um vídeo do Kiss, que se não é a mlehor é a mais engraçada banda da história do rock. Depois AC/DC na Alemanha. Bom, o AC/DC é uma das minhas preferidas. Depois disso, entrou no palco a Severo em Marcha. Banda muito competente, muito boa técnica dos instrumentistas e blá, blá, blá... Resultado: rock chato pra burro, desses que há trinta anos faz sucesso em POA.

Vai então a banda do Dyego, ou melhor, a Tenente Dan. São substituídas duas Fenders, uma Strato e outra Telecaster, originais, por um baixo Eagle e uma guitarra Squier (eu acho). Alguém poderia já dizer que se esperava uma queda na qualidade. Bueno, se o aspecto for putamente técnico, não tenho dúvidas que os severos são mais apurados, fazem aquelas coisinhas bem bacanas de meter uma pentatônica com volume lá em cima, uma batera na frente do baixo e tudo aquilo que levanta o ânimo da assistência. Mas se o assunto for roquenrou, sinto dizer, mas os chefes do sargento mataram a pau!

A Tenente Dan, que eu nunca tinha visto tocar, é rock puro, direto, sem frescura, na veia. O Dyego toca bem pra caralho, mas tá longe de ser um Duca Leindecker (graças ao bom deus!!). O Fabiano não faz nada mais do que se espera de um baixista que sabe tocar rock’n’roll, exatamente como fazia, por exemplo, o Billy Cox, que provavelmente nunca vai parecer nas listas dos melhores baixistas do mundo (não sei porque), mas que segurava a onda pro Jimi Hendrix, que já foi acusado de não ter técnica de grande guitarrista (pode?) fazer tudo o que fazia. A baterista, que eu infelizmente não sei o nome, tocou sem alarde, como deve ser. Os vocais são aquilo que melhor representa a história do rock. Pra cantar não precisa ser tenor. É só dizer o que a música precisa e isso eles conseguiram fazer da melhor maneira possível.
Grande show, na melhor tradição do que o Marcelo Nova chamaria de “tijolo na vidraça".

domingo, 21 de março de 2010

VORTEI!!!

Tô de vórta! Não sei com que regularidade, mas sei que pretendo escrever menos sobre futebol. Antes disso, porém...

Se me perguntarem para que time eu torço, direi que torço pra um time grandioso, maravilhoso e magnífico, mas que, lamentavelmente está em vias de extinção. Parece um absurdo dizer isso, mas vocês verão que não é.

Nas mãos dessa canalha que hoje dirige o Sport Club Internacional, o Clube do Povo caminha a passos largos pra se transformar num banco, numa financeira, numa companhia de participações, enfim, em qualquer coisa parecida com isso. A gloriosa Camisa Rubra, o Manto Sagrado Vermelho, não é pra esses fdps mais do que um pedaço de pano bem lucrativo. Basta que se veja a proporção do tamanho ocupado pelo Sacrossanto Distintivo Colorado em comparação com os generosos espaços cedidos pra publicidade. E que ninguém venha me falar em modernidade, em novos tempos, em necesidades de mercado e outras baboseiras típicas de quem deixa de se interessar por futebol e passa a pensar em mijones de euros e dólares. Tô cagando se a permanência do Nilmar implicaria na posterior saída dele sem nenhum retorno financeiro. Com ele no time não tenho dúvida que o Inter seria campeão. E daí a falta da grana da sua venda seria plenamente compensada por tudo que advém da conquista do título do campeonato nacional do país do futebol.

Não sou nenhum idiota saudosista pra pensar que podemos continuar a viver nos românticos tempos pré-70's do futebol, quando existia mesmo amor à camisa de um clube. Claro que hoje é tudo mais profissional e blá, blá, blá... Só que eu acredito que ainda é possível conciliar todo o profissionalismo, com toda a grana que dele decorre, com um pouquinho de caráter e identificação (vejam que nem falo de amor) com uma camisa e com uma torcida. O Inter de 2006, capitaneado pelo Fernandão, é um exemplo disso. Mas os caras se perderam no caminho. Ou melhor, se acharam no caminho, porque eles tão cada vez mais bilionários...

O que tá acontecendo no Inter hoje é uma vergonha!!! No fim do ano passado, talvez por algum rompante de heroismo remanescente da infância, aliado à paixão que sempre vou ter pelo Colorado, pensei em articular um movimento de resistência a esses novos tempos. Mas só pelas conversas prévias que tive com algumas pessoas vi que isso é uma grande perda de tempo. Nesse aspecto, a chance de ouro foi bem aproveitada pela turma dos amigos do Paolo, que conseguiram botar vários conselheiros lá dentro. Muito legal, mas já se passou mais de um ano e até agora... Sinto muito ter que reconhecer isso, mas não há mais nada a se fazer. Seja por impossibilidade ou por falta de condições. Ninguém que gerencia um negócio de cifras estratoféricas vai abrir espaço pra alguns que não têm tanto compromisso com o dinheiro. Ou seja, se chega alguém com boas intenções, e imagino que esse seja o caso do movimento ao qual o Paolo é filiado, acaba por sucumbir ao poderio dos mandantes.

Por outro lado, ninguém é louco o suficiente pra chutar o pau da barraca e sair denunciando toda a falcatrua que rola, até porque só vai arrumar problemas pra si mesmo. Afinal, provar como? Os caras têm o dinheiro, têm a mídia, enfim, têm tudo pra fazer tudo parecer normal e limpo. E têm até os órgãos oficiais. A propósito, quantos dos conselheiros e dirigentes do Inter são juízes, desembargadores, promotores, procuradores? Pois é neles que, em última análise, a coisa poderia chegar se alguém começasse a expor a podridão desse negócio todo. Quem acha que haveria alguma chance de sucesso nisso? Peegunto de novo: e as provas? Pois é...

Meus amigos, o futebol virou um gigantesco negócio, por intermédio do qual torcedores fanáticos (pelo menos assim se declaram os atuais dirigentes e outros) se corrompem. A lógica é bem simples: ganha-se o máximo de dinheiro possível e, se der, agrega-se a isso o prazer (menor, se comparado ao tilintar dos cobres) de ganhar algum título com o clube do coração(?).

Com isso, irmãos, tenho pra mim que o Clube do Povo ficou na história. Quem teve a chance de ver e torcer em algum momento pelo verdadeiro Sport Club Internacional pode se considerar um felizardo.

Jamais deixarei de ser Colorado, mas como tantos outros que vieram antes e que de certa forma anteviram a tragédia, viverei muito mais de lembranças. Não que a conquista da Libertadores, do Mundial, do Brasileiro, do Gauchão, de um g...Nal não me deixará feliz. Como disse, fui, sou e sempre serei acima de tudo Colorado. Mas acordei pra realidade que diz que o Sport Club Internacional, Clube do Povo do Rio Grande do Sul é algo que só existirá na memória daqueles que se dispuserem a perpetuá-lo. O que temos hoje é o Sport Club Internacional, indústria e distribuidora de craques, dirigido por empresários do futebol, que estão se lixando pra paixão do torcedor.

Peço encarecida e quase desesperadamente: DESMINTAM-ME, POR FAVOR!! Terei imenso prazer em ser duramente criticado por ter feito uma avaliação errada.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PARA NÓIA

Diria Raul: "Dedico essa canção para Nóia, com amor e com medo..." parece que a velha paranóia gaúcha de que somos sempre prejudicados, ou, em alguns casos, os do centro são beneficiados, começa a fazer sentido novamente. Não me lembro na história recente do futebol brasileiro de um caso de erro de arbitragem que tenha dado tanta repercussão, chegando ao ponto de ocupar grandes espaços nos horários mais nobres, como o jornal nacional. Acho o Simon um juiz muito competente. Explico: geralmente ele consegue o que quer. Administra os jogos, principalmente os banaNAIS e sempre sai numa boa, com copas do mundo no currículo e tudo mais. Gostei muito quando ele conseguiu na justiça uma indenização daquele imbecil metido a historiador do peninha. Sei lá se ele errou ou se quis prejudicar o parmêra, mas esse não é o foco da questão. O problema é que houve muitos erros muito mais graves e decisivos nos últimos tempos e que não deram nem 1% desa repercussão. Pra ficar só num bem petinho de nós, o carecão canalha que apitou a primeira final da copa do brasil não foi punido pelos "erros" cometidos contra o Inter. Só o ex-grande heroi Colorado, Fernando "sonda" Carvalho é que pagou um vale nacional com aquele devd e aquele discursinho besta contra os favorecimentos ao CUríntia. Só que agora a coisa é diferente. Tem dois times oficiais disputando o título: o parmêra e o flamengo, então qualquer probleminha vira um problemão. Nós, do sul, que estamos pro Brasil mais ou menos como a Irlanda está pra Inglaterra, deveríamos fazer alguma coisa mais contundente contra isso. Ou então vamos ficar aguentando paradinhos tudo que vem de cima...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

BAH!!!

Não fui ao jogo, nem vi, só ouvi pelo rádio, por isso a minha opinião fica prejudicada, já que as informações são dos comentaristas e a crônica tem "opiniões" que variam de acordo com alguns interesses estranhos. Mas quando eu soube da escalação, com 3 zagueiros, 2 volantes e 2 atacantes de posicinamento idêntico, previ a desgraça. Não deu outra. O brabo é abrir o jogo com 1 a 0, ter quase 100 minutos pra virar e não conseguir. E mais brabo ainda é saber que tudo isso aconteceu diante de um time que briga pra não cair e que jogou boa parte do tempo com 1 a menos.

Não vou torcer pros bananas em jogo nenhum e prefiro que o Inter nem vá pra Libertadores. Explico: com esse "planejamento" para o futebol, se o Inter for pra Libertadores certamente vai cair no máximo na segunda fase e daí perdeu a chance em dois outros torneios, porque não vai jogar a Copa do Brasil e nem a Sul-Americana. Além do mais, não vou aguentar essa direção dizendo que o ano do centenário ficou valorizado com a vaga na Libertadores, porque certamente é isso que esses incompetentes vão dizer. É óbvio que se o Inter for pra Libertadores vou estar no Beira-rio em todos os jogos e vou ficar extremamamente feliz com o título, mas a minha ideia hoje é essa que tá aí em cima.

Sobre essa direção, a propósito, começa a fazer muito sentido a teoria de que 2006 foi um tiro na lua que acabou dando certo. Hoje dá pra se ver que não há planejamento sério nenhum em relação ao futebol. Faz 3 anos que estyamos vivendo das glórias da Libertadores e do Mundial. Essas são glórias eternas, mas não podem justificar a total incompetência pra ganhar títulos relevantes novamente. É ridículo o discurso que se faz há três anos que o Inter é o unico time brasileiro a conquistar títulos internacionais todos sos anos desde 2006. No fim do ano vai se ouvir isso de novo e desta vez é a suruga. Não que eu ache que não tenha que ganhar. Pelo contrário, se o Inter entrar em torneio de cuspe à distância tem que ganhar, mas tem que saber reconehcer a importância de cada título.

Por último, EU NÃO SOU BANANA, NEM FLANELINHA, POR ISSO NÃO VOU COMEMORAR VAGA!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

TÁ NA HORA

De uns tempos pra cá reativei um hábito que tenho desde piá, que é ouvir rádio. Escuto basicamente a Guaíba am, o sala de redação, alguma coisa na Ipanema, a rádio da UFRGS na madrugada e por aí vai. Nessas aí, escuto bastante o programa do intragável mendelski de manhã na Guaíba. A propósito disso, outro dia comentei com um amigo sobre isso e ele me disse que antigamente ouvia o mendelski, ainda na gaúcha, e a mulher dele sempre perguntava porque ele fazia isso se sempre ficava irritado. Eu acho que é pra isso mesmo. Pra se irritar de manhã cedo. Bueno, mas o que eu quero dizer é o seguinte: tem muita prodridão rolando, em todas as esferas (futebol, cultura, política - tudo é política). A imprensa, via de regra (que nesse caso não tem nada a ver com a via por onde passam as regras...) atende a interesses bem definidos. Há jornalistas e comunicadores que defendem as elites, outros que são governistas, alguns comunistas, outros que atuam pelos empresários do futebol e assim a coisa vai. O fato é que jornalismo isento, se algum dia existiu, é muito raro hoje em dia. Ao contrário da Cássia Eller, não sou mais uma garotinha, por isso mesmo não sou ingênuo pra acreditar que posso mudar o mundo. Mas eu acho que não dá mais pra ficar parado com a boca escancarada cheia de dentes, esperando... Isso é uma merda!! Em geral o tempo vai passando, o cara se acomoda, entra no esquema e fica contando tempo pra aposentadoria. Aí, quando fica véio, o sujeito vê que não deixou a sua impressão digital no planeta, como diria Raulzito! "Eu só peço a deus, que o futuro não me seja indiferente..." Tenho bombardeado os programas de rádio, os blogs políticos e esportivos, as caixas de mail dos parlamentares e etc., com mensagens que em geral ficam sem resposta, sem publicação, sem nada, obviamente. Mas tenho me sentido algo mais digno com isso. Antes que alguém diga que não tempo pra isso, quero dizer que não precisa mais do que 10 ou 15 minutos pra registrar a sua opinião em algum lugar da internet e compartilhar com o mundo (ou apenas com quem tiver interesse, o que já é muito!). E pra quem acha que tudo isso é bobagem:

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.


No momento, convido quem tiver interesse a debater sobre o mendelski. Quem sabe se a gente conseguir juntar um monte de opiniões irresignadas com o mal que este sujeito faz pra sociedade gaúcha não conseguimos provocar alguma mudança? Peguei esse caso específico porque é a espécie de cruzada pagã a que tenho me dedicado nessa área ultimamente. Quem tiver opinião contrária, fique à vontade. O debate é saudável. Podemos encarar outros assuntos, outras pessoas, enfim, venha tudo que tiver que vir. Se ninguém se interessar, tudo bem, sigo solito, já disse que não tenho mais a pretensão de mudar o mundo. Cumprirei a minha função de mostrar um pouco mais de Brecht, nem que seja só pra mim mesmo:

Primeiro levaram os negrosMas não me importei com issoEu não era negroEm seguida levaram alguns operáriosMas não me importei com issoEu também não era operárioDepois prenderam os miseráveisMas não me importei com issoPorque eu não sou miserávelDepois agarraram uns desempregadosMas como tenho meu empregoTambém não me importeiAgora estão me levandoMas já é tarde.Como eu não me importei com ninguémNinguém se importa comigo.

domingo, 25 de outubro de 2009

E O GOLEIRO NÃO ERA TÃO BOM ASSIM...

Pra mim foi essa a história do banaNAL. Achei o jogo medonho, como em geral são os banaNAIS, exceto é claro pelo componente emocional. No aspecto técnico hoje era jogo pro Inter meter uma sacola, porque o time dos bananas é sofrível. (Quando a expressão técnica é o souza o troço tá muito mal!) Só que o jogo foi morno, o Inter não quis ir a fundo neles e eles não chegaram nem perto da nossa meta. Achei que o frango da marreca era o prenúncio de uma goleada histórica (de novo), mas não teve nada disso. O fato é que chegamos junto da liderança e vamos passar por cima pra faturar o título. Não tem muito mais a dizer.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

banaNAL

banaNAL é fogo!!! O cara pode ter a bronca que quiser com o jogador que quiser, com o técnico, com a direção, com o diabo, mas vai chegando a hora do jogo e tudo vai ficando pra trás. É assim que eu sinto, pelo menos. Quanto mais perto do jogo mais eu vou esquecendo que o Sorondo não vem jogando nada, que o D'Alessandro tem se escondido do jogo, que o Inter só joga pela esquerda, que ninguém bate de fora da área, que o vesgo conseguiu deixar o time mais torto do que o pastor e por aí afora. Já me esqueci de tudo isso e vejo os bananas como um touro vê o pano vermelho. Só que no nosso caso o touro vai liquidar o toureiro impiedosamente. De tanto eu meter bronca no Dale e no Sorondo to sentido que este banaNAL vai ser deles.

DÁ-LHE COLORADO!!!!